Hooverphonic – Do you still want more?

Trouble is my middle name
But in the end I’m not too bad
Can someone tell me if it’s wrong to be so mad about you?

Problema é meu nome do meio.
Mas no final eu não sou tão má
Alguém pode me dizer se é tão ruim ser tão louca por você? (trecho da música Mad About You, extraído de http://letras.mus.br/hooverphonic/18421/traducao.html)

Hoover

                     www.naitimp3.ru 

Trata-se de um trio de origem belga, formada em 1995 e que, na minha opinião, só não tivera mais expansão na mídia pela instabilidade de vocalistas durante as formações da “banda”.

Aliás, no último dia 26, já foi anunciada a saída da atual vocalista (Noémie Wolfs) junto ao site oficial do trio.

A sonoridade que mais me agrada da banda é durante a fase da vocalista Geike Arnaert, mais vinculada à imagem do Hooverphonic, com uma voz sutil, um pouco fina e rouca ao mesmo tempo, que combinou bastante com o gênero Dream Pop, vulgo música ambiente com vocal um pouco sussurrado.

O exemplo disso fica por conta da música Eden, uma das que eu mais gosto.

As músicas que ouço com frequência estão contidas nos álbuns: No More Sweet Music (lançado em 2005), The Magnificent Tree (de 2000), Blue Wonder Power Milk (de 1998) e A New Stereophonic Sound Spectacular (primeiro álbum, de 1996).

A primeira semelhança visual dos álbuns: de que eles adoram a cor azul rsrsrsrsrs. Se não forem supersticiosos, tem de haver um significado muito relevante para tanto. Enfim, fica sendo uma análise de forma (não de conteúdo) da banda.

Faço, pois, a relação das músicas que tanto gosto do Hooverphonic:

Lung;

This Strange Effect;

Club Montepulciano;

Shake the Disease;

You Hurt Me;

Ginger;

No More Sweet Music;

Vinegar and Salt;

Mad About You;

When You Know;

Eden;

Out of Sight;

Jackie Cane;

Inhaler;

Cinderella;

Someone;

Innervoice;

2 Wicky;

More;

How Can You Sleep.

Acho, particularmente, uma ótima trilha para se ouvir quando sair em dias de tempos chuvosos e frios, principalmente a música Cinderella, Eden e Out of Sight.

Os clipes, em compensação, são um pouco “esquisitinhos”. Chama-me a atenção que eles dão em dar vida de humano às plantas, identificado em Jackie Cane e Mad About You. Devia ter aviso antes da reprodução contendo: C u i d a d o! Perigo de alienação rsrsrsrs. Vou até dispensar.

Ouçam e opinem também.

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