Eu em evento da Le Wagon sobre noções para Startups

O começo dessa semana foi produtiva pra mim.

Além de conferir de perto a Collab de Isabela Giobbi para a A.Camisa (post anterior), em seguida eu ainda pude absorver lições preliminares com a palestra gratuita intitulada “Startup de [0] a [1] – Como fazer sua ideia sair do papel?”, promovida pela multinacional Le Wagon e no auditório da Google For Startups Campus São Paulo.

Assim, eu pude maturar minhas ideias e, quem sabe, desenvolver minha própria startup (e por que não?) .

Pois bem. Mas você sabe o que é uma Startup?

Se você é pelo menos inteirado em techno para o mundo musical, já posso te adiantar os caminhos conceituais em pequenas palavras de uma famosa música do Daft Punk: “Harder, Better, Faster, Stronger” e ainda a ser complementada pelo trecho da mesma música que diz:

“More than ever, hour after hour
Work is never over”

 

Mais ou menos nessa linha e a grosso modo, startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível, escalável, de lucratividade exponencial porém incerta, mas que se desenvolve de maneira extremamente ligeira.

Tudo isso irá partir de uma sincronia envolvendo num curto espaço de tempo: – intenção – contexto e imediatismo para solução de algum problema e de forma arrojada, ou seja, muito se espera que uma startup tenha a roupagem de simplificar algo.

Uma startup também vem com um sentido de poder desburocratizar e conquistar a fidelização de pessoas com o uso daquilo que se resolveu empreender como startup.

Pessoas criam e aprimoram coisas o tempo todo e no mundo todo. Por isso, a velocidade para desenvolver e monetizar seu empreendimento, sobretudo ligando empresas a clientes na atmosfera cibernética é crucial ou você perderá.

Tais esboços devem ser estrategicamente traçados, principalmente para quem já tenha se embrenhado com outras tentativas mesmo que fracassadas para poder chamar a atenção de investidores, por exemplo, considerando que uma startup dificilmente prospera de primeira, fortificando o ideal do(s) creator(s).

Várias cabeças pensam muito melhor que uma

Pois é. A tecnologia, globalização, capitalismo e tudo a envolver o mundo digital, faz com que temos de agir de forma mais rápida sobre tudo, bem como também nos força a criar laços mais expansivos em comunicação, embora toda essa pós modernidade faça ressaltar ainda mais  a natureza humana, qual seja, ser individualista na maior parte mas com total necessidade de viver em sociedade.

Por isso que a estrutura que se vislumbre para esse mercado necessita de várias mãos de experts, cada qual num know-how específico para destrinchar o projeto e fazê-lo engrenar o mais rápido possível ou alguém fará isso por você.

Até porque quanto mais você disseminar, melhor pode ser a chance de dar certo. Pronto, estará registrado informalmente ao universo da internet a sua ideia, já que no Brasil não uma proteção legal de registro específica para startups, embora se enquadre como uma propriedade intelectual passível  de patenteabilidade. O problema é que o seu crescimento não coaduna nenhum pouco com a morosidade e custo de registro perante o INPI.

E “Jumanjiando” ou não, o jogo nos é posto para ser jogado. Então, como já sustentava Darwin há alguns aninhos, só sobrevive quem se adapta.

Eu mesma sou exemplo de me inserir nesse mundo digital. Não imaginava me ver tão engajada com um blog, tampouco vislumbrar nele qualquer suspiro profissional e menos ainda me interessar pelo mundo de TI e me manter conectada com várias redes sociais ao mesmo tempo…

A sociedade se mostra incapaz de conviver totalmente desprendida da internet e suas facilities, fomentando ainda mais esse vislumbre de lucratividade. Alguém com teto de vidro para refutar isso?

Enfim, esse workshop serviu para estudar superficialmente exemplos de como foi o inicio de várias startups famosas, de Uber ao Airbnb, Blablacar e Coursera, para ter pinceladas noções de como selecionar e solucionar um problema importante o suficiente para criar “a billion dollar company”, além de alguns caminhos de onde saber mais sobre programação a prospectar primeiros clientes.

Como qualquer evento gratuito, a intenção não era revelar o passo-a-passo, né. É sempre um filtro do “jabá” feito para se chegar no consumo da prestação de serviço que a Le Wagon oferece para desenvolver estes ideais para você, o que de longe não deixa de te abrir horizontes.

 

E AÍ, VOCÊ SE MOTIVA?

Então, eu já soube que o banco Santander, por exemplo, tem um programa para engajar investimento de projetos de startups, com períodos certos de inscrição até 26 de abril, salvo melhor juízo (https://brasil.santanderx.com/calls/startup/5be0124950ea3674b995fd41?detail=true).

Mais em:

O que é uma startup?

https://www.lewagon.com/pt-BR

https://www.linkedin.com/pulse/pitch-de-investimento-dez-dicas-valiosas-para-criar-gabriel-matias/?trk=eml-email_feed_ecosystem_digest_01-recommended_articles-3-Unknown&midToken=AQEeAm6lY3tsNQ&fromEmail=fromEmail&ut=2_Cnr8J_PXfUE1

https://viverdeempreendedorismo.com/o-que-e-uma-startup/