Zygmunt Bauman

Hoje o mundo perdeu mais um grande sociólogo e filósofo e espero que possamos ganhar outros tão úteis e próximos de nosso cotidiano, de uma passagem moderna quanto Zygmunt Bauman.

Muitos de seus pensamentos expressam reflexões que faço comigo mesma constantemente.

Seu raciocínio era objetivo e atinente ao comportamento vazio da humanidade moderna e contemporânea.

Talvez o início desta semana seja para nunca esquecer de tais realidades para que nunca possamos trair as nossas intuições e nunca se deixar levar pelo deslumbre.

O próprio título de suas obras já induzia todo o conteúdo de seu pensamento crítico. Dos que me interessam estão: Cegueira Moral; Modernidade Líquida; Trabalho, Consumismo e Novos Pobres e A Riqueza de Poucos Beneficia Todos Nós? .

Boa semana a todos!

“O que aprendemos com a amarga experiência é que essa situação de ter sido abandonado à própria sorte, sem ter com quem contar quando necessário, quem nos console e nos dê a mão, é terrível e assustadora. Mas nunca se está mais só e abandonado do que quando se luta para ter a certeza de que agora existe de fato alguém com quem se pode contar, amanhã e depois, para fazer tudo isso se – quando – a roda da fortuna começar a girar em outra direção”.

“A preocupação com a administração da vida parece distanciar o ser humano da reflexão moral”.

“Os relacionamentos são como vitamina C: em altas doses, provocam náuseas e podem prejudicar a saúde”.

“Na era da informação, a invisibilidade é equivalente à morte”.

“Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar”.

“As pessoas seguem a correnteza, obedecendo às suas rotinas diárias e antecipadamente resignadas diante da impossibilidade de mudá-la, e acima de tudo convencidas da irrelevância e ineficácia de suas ações ou de sua recusa em agir”.

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