Vivemos num país…

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil

Não estatize meus sentimentos. Para o seu governo, o meu estado é independente. (Renato Russo).

Onde a sua Lei Maior é constantemente violada;

Onde princípios, ética, moral, respeito e todos os comportamentos de formação de caráter são tolhidos;

Onde cidadãos são facilmente manipulados e extirpados de buscar conhecimento;

Onde brasileiros vivem camuflados sobre o estigma da miséria;

Onde a necessidade e ignorância são deveras alimentadas;

Onde não se ensinam o despertar de verdadeiro e honroso sentimento de patriotismo, livre de lavagem cerebral ideológica;

Onde os mais trabalhadores ganham menos;

Onde os mais esforçados não são valorizados ou aproveitados;

Onde a corrupção é fomentada em detrimento do próprio país;

Onde a deslealdade e atos criminosos beiram à normalidade;

Onde o preconceito é permitido nos mais diversos aspectos e nos taxamos por solidários e hospitaleiros;

Onde se aplicam recursos de desenvolvimento rudimentares em que a história mundial medieval serve para nossos dias atuais;

Onde a burocracia infame impera a todo esplendor.

Onde recuamos ou deixamos de expressar uma opinião com medo do posicionamento alheio;

Enfim, onde a esperança parece ser apenas um feixe nebuloso de deficiente de luz na caminhada de um Brasil bom e digno.

Nosso território é mais independente… Mas e nós, cidadãos? Sentimos esta mesma independência? A vontade livre de exercer aquilo que nos é legalmente permitido?

Chega de condecorar nossas derrotas e fiscalizemos quem governara realmente nossos interesses.

Lembrem-se: TODO O PODER EMANA DO POVO (art. 1º, parágrafo único, primeira parte da Constituição Federal).

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