Campos do Jordão (parte 1) – Minha simplória e feliz passagem por lá.

Para quem não conhece a região mais fria e charmosa do estado de São Paulo, fica a enorme dica: Campos do Jordão – vale muito a pena conhecer.

Para desestressar e sair um pouco da rotina, ficamos lá apenas um final de semana, mas com o gostinho de querer frequentar mais e sempre.

Preferimos ficar num lugar mais afastado, com o maior contato que se pudesse ter com a natureza. Não sei o porquê de eu ter o gosto de ficar em regiões mais altas.

Ficamos no bairro Vila Natal e, mais especificamente, na pousada Uma Ilha na Montanha.

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Não poderia ser melhor. Assim que visitamos o site, tivemos a certeza de que nos hospedaríamos por lá, pelos seguintes motivos:

1. O site divulga fotos de cada suíte, para que você identifique como eles são em cada ângulo;

2. Há divulgação prévia da tabela de preços, de acordo com as temporadas. Uso isto como um dos filtros. A pousada pode ser ótima ou até mais barata do que espero, mas se o preço não estiver explícito eu nem perco tempo de cotá-lo. Considero como um sinal de que não há muita transparência. Lá eles aceitam pagamento parcelado ou à vista com desconto;

3. Eles aceitam animais! É uma pena que não pude levar a minha “miniatura de tigre dentes-de-sabre”;

Eles realmente valorizam os animais. Há vários cães e todos que conheci são superamáveis. O Paraíba é bastante companheiro (“topa qualquer parada”), o Urso é supercalmo e meigo, está sempre deitado próximo do estacionamento, a Marieta “toca o terror” e é bem esperta e o Moleque se apresenta mais tímido, mas adora uma atenção e farra.

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Há lagoas de jardim com lindíssimas carpas e acredite: elas se interagem muito bem com o Homem. Quem já teve aquário com carpa sabe o que eu estou dizendo.

Isso sem contar nos comedouros espalhados pelas árvores que atraem esquilos com facilidade. Encontrei vários, mas como são muito rápidos não pude ter a oportunidade de registrá-los.

Um episódio que achei bem interessante: assim que abrimos a porta do carro, já fomos recepcionados pelo Paraíba e ao final da estadia, quando subi sozinha apenas para ajeitar as malas, lá estava ele me acompanhando, como se fosse meu guarda-costas kkkk. Muito fofo;

4. Antes da reserva, colhi algumas informações por e-mail e fui prontamente atendida pela Sra. Lucienne. Após o pagamento, recebi a confirmação da reserva por e-mail e rapidamente;

5. Os preços dos produtos oferecidos no frigobar (refrigerante, cerveja, água) são inferiores aos encontrados em muitos outros lugares e restaurantes, embora nele esteja contido o custo de oportunidade, mas nada exorbitante (espero que continue assim);

6. A Uma Ilha na Montanha, também oferece um “chá das cinco”, com chás e bolos e um consommé com torradas e vinho a noite… Uma pena não termos usufruído, já que ficamos fora o dia inteirinho para aproveitar a cidade. Difícil eu me aquietar e depois fiquei com vergonha de saber as opções e sabores para postar… Vai entender;

O Café da manhã é bem servido e vale como almoço também, inclusive pelo horário, já que é servido até às 13 horas. Esse sim nós comemos, até porque o café da manhã é minha principal refeição e não abro mão.

O que tinha? Café, leite, um requeijão bem firme e maravilhoso, pães (francês, de leite, de queijo), queijo fresco, queijo prato, presunto, iogurte de mel e granola, frutas, geleia, grãos, suco de laranja e um bolo de chocolate com aquela cobertura tipo brigadeiro que eu só não comi tudo porque tinham outros hóspedes kkkkk.

7. Na recepção há folhetos com roteiro de pontos turísticos e contatos de taxistas, o que usufruímos bastante… Os Srs. Zenildo e Jonas foram muito gentis conosco durante os percursos.

A maioria das suítes possui uma decoração rústica, de madeira, com ar acolhedor e requintado. É como se você pudesse estar num ambiente de seu próprio chalé.

Aliás, as suítes não são agrupadas e sim distribuídas em todo o terreno da pousada. Todas possuem lareiras e hidromassagens. O uso da lareira é cobrado à parte (R$ 7,00).

Óbvio que ficamos numa suíte mais alta, avistando somente a região de floresta enfeitada por hortências (adoro hortências).

Assim que chegamos, nos foi oferecido um pacotinho de sequilhos (escolhemos o de coco) por conta do próprio funcionário. Experimentamos rapidamente e aprovamos. Depois, a gulosa aqui guardou os sequilhos e quando cheguei de viagem o devorei, com meu indispensável café com leite.

Um ponto ruim? Em minha opinião, a suíte poderia ter DVD ou Blu-ray, pois as programações de televisão, incluindo canais pagos não me levam ao delírio e gosto de fazer minha própria escolha de filmes, mas isso de longe não desabona os serviços da pousada. Acho que é um pedido muito peculiar, embora eles permitam que você traga seu próprio aparelho… Eu preferi trazer minha bolsa somente com cosméticos e mini mimos que reservo justamente nas viagens.

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A lareira nós usamos só um pouquinho, pois a chama não resistiu. Estava friozinho. Tentamos acender novamente, mas o fósforo estava um pouco úmido… O frio era mais por conta da umidade. Mesmo assim não desabonou, pois quando relatamos isto, o acréscimo nem chegou a ser cobrado.

Portanto, não visitem apenas o site, deem um jeitinho de conferir a pousada pessoalmente.

Essa é apenas uma retribuição dos bons momentos que me proporcionaram e de toda a atenção despendida, além do cuidado que tiveram para saber se estávamos bem… E olha que sou chata, viu kkkkk.

Durante o trajeto até a pousada há um lago cheio de vitórias-régias!

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Ah… Tudo na 1ª pessoa do plural? Sim, porque nada disso teria sido tão especial e sublime se eu não estivesse em ótima companhia, ao lado do meu noivo querido, é claro.

Recomendo a pousada! Visite o site: http://www.umailhanamontanha.com.br/02/index.php

Acompanhem os próximos posts sobre Campos (to be continued…)

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