Parabéns Mulheres! Parabéns ao altruísmo feminino!

Comemorado em todo o dia 8 de março, a data comemorativa reservada ao dia internacional da mulher foi instituída, com regularidade a partir de 1977, pela Organização das Nações Unidas (ONU), como forma de procurar trazer à tona as conquistas angariadas pelo mundo feminino.

O principal desencadeamento de fatos para tal homenagem se deve às incessantes buscas por direitos igualitários ao homem desde o protesto de 08 de março de 1957 (em Nova Iorque) e se estendendo no início do século XX, incluindo sua inserção no mercado de trabalho, através de diversos protestos e, consequentemente marcados pelas constantes reivindicações por melhores salários e condições de trabalho, além do sofrimento de abusos sexuais e agressões físicas.

O estopim para tanto foi com o incêndio provocado na fábrica Triangle Shirtwaist, também em Nova Iorque e no mês de março de 1911, resultando em 146 mortes que, segundo a história, 129 mulheres teriam sido trancadas e queimadas vivas.

Após tal evento, muitos outros protestos ocorreram mundo afora, perseguindo o direito à redução de carga horária no trabalho, direito ao voto, à separação conjugal e divórcio etc.

A Europa abrigou os direitos femininos mais rapidamente, principalmente na educação, onde as mulheres passaram a cursar Medicina na França a partir de 1870 e na Rússia fora criada uma Universidade feminina em 1878.

As mulheres alcançaram a empregabilidade, mas vistas de forma menosprezada. O mais engraçado é que nada parece ter mudado. Passaram-se, décadas, séculos, milênio e a desigualdade ainda é avassaladora. E pior, a mulher tem assumido cada vez mais o encargo de provedora da família, com salários ínfimos e tendo de trabalhar com maior perfeccionismo e rapidez (tudo ao mesmo tempo) e ainda termos de nos deparar com justificativas machistas de que este é o preço que se paga pelo risco do empregador em se deparar com o evento gravidez de sua funcionária.

O importante é que a versatilidade da mulher não tem fim. Mulheres podem sim ser frágeis e ao mesmo tempo guerreiras. É o que mostra a história, as lendas e folclores, o mundo cultural etc etc etc. Dentre tais mulheres, posso destacar brevemente:

Princesa Isabel (1846 – 1921);

Catarina II, a Grande (1729 – 1796);

Joana d’Arc (1412 – 1431);

Margareth Thatcher (1925 – 2013);

Rainha Elizabeth II;

Diana, Princesa de Gales (Lady Di) (1961 – 1997);

Katharine Hepburn (1907 – 2003);

Anita Ekberg (1931 – 2015);

Grace Kelly (1929 – 1982);

Audrey Hepburn (1929 – 1993);

Marilyn Monroe (1926 – 1962);

Brigitte Bardot;

Madonna;

Dita Von Teese;

Cláudia Schiffer;

Gisele Bündchen;

Fernanda Montenegro;

Ana Paula Padrão.

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