Oscar 2015

Meu resumo ao Oscar 2015 em única palavra: Previsível.

A premiação do Oscar de tão formalizada que é não deixaria de ser sempre previsível.

Não me surpreendi com nenhuma categoria, mas nem por isso devo considerar como injusta.

De todas as premiações, acho que minha maior expectativa era o de melhor ator e estava mesmo torcendo (e já esperando) pela vitória de Eddie Redmayne. Sua interpretação me parece impecável e merecedora, embora eu ainda não tenha assistido o filme A Teoria de Tudo, pois estou certa que irei gostar e, por isso, esperarei mais um pouco para adquirir o filme e adicioná-lo à minha coleção na estante.

Eddie é um ato jovem e de carreira promissora. Já acompanhei outros trabalhos do ator, tal como Os Pilares da Terra e percebo que ele consegue sair do personagem coadjuvante para protagonista facilmente.

Outro aspecto previsível é de que o Oscar adora filmes dramáticos, especialmente aqueles inspirados em fatos reais.

Para Sempre Alice segue a mesma tendência.

O documentário brasileiro… Bom, é brasileiro e infelizmente o preconceito ainda pesa bastante.

Melhor filme estrangeiro? Não conseguiram me fazer mudar de opinião que Rússia e Estados Unidos ainda vivem uma Guerra Fria, um pouco mais suave, talvez. Portanto, a trama Leviatã é muito boa, mas a premiação… É americana.

A veterana Meryl Streep não ganhou novamente porque o filme em que Patricia Arquette atuou levou, simplesmente, 12 anos para ser concluído.

Enfim, tudo bem óbvio.

De todos os filmes, os que mais me despertam interesse são: Birdman, A Teoria de Tudo, Livre, Para Sempre Alice, Whiplash, Sniper Americano, Invencível, Ida e Leviatã.

Veja a lista das categorias e seus respectivos ganhadores:

Melhor filme: “Birdman”

Melhor diretor: Alejandro Gonzáles Iñárritu (“Birdman”)

Melhor ator: Eddie Redmayne (“A teoria de tudo”)

Melhor atriz: Julianne Moore (“Para sempre Alice”)

Melhor ator coadjuvante: J.K. Simmons (“Whiplash”)

Melhor atriz coadjuvante: Patricia Arquette (“Boyhood”)

Melhor roteiro original: Alejandro G. Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris Jr. e Armando Bo (“Birdman”)

Melhor roteiro adaptado: Graham Moore (“O jogo da imitação”)

Melhor filme em língua estrangeira: “Ida” (Polônia)

Melhor documentário: “CitizenFour”

Melhor animação: “Operação Big Hero”

Melhor fotografia: Emmanuel Lubezki (“Birdman”)

Melhor montagem: Tom Cross (“Whiplash”)

Melhor figurino: Milena Canonero (“O grande hotel Budapeste”)

Melhor maquiagem e cabelo: Frances Hannon e Mark Coulier (“O grande hotel Budapeste”)

Melhor design de produção: “O grande hotel Budapeste”

Melhores efeitos visuais: Paul Franklin, Andrew Lockley, Ian Hunter e Scott Fisher (“Interestelar”)

Melhor canção: “Glory”, de John Stephens e Lonnie Lynn (“Selma”)

Melhor trilha sonora: Alexandre Desplat (“O grande hotel Budapeste”)

Melhor mixagem de som: Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley (“Whiplash”)

Melhor edição de som: Alan Robert Murray e Bub Asman (“Sniper americano”)

Melhor curta-metragem: “The phone call”

Melhor animação em curta-metragem: “Feast”

Melhor documentário em curta-metragem: “Crisis Hotline: Veterans Press 1”

Anúncios