Grammy 2015

Num apanhado geral, posso considerar que a premiação ficou insossa. A maioria dos trabalhos premiados decorreu de canções ou até mesmo álbuns parados, sem maiores surpresas ou arrojos.

Beck, por exemplo, venceu nas categorias de álbum do ano e melhor álbum de rock. É… Só se for após o sepultamento deste gênero musical, vez que o Rock emprega o comportamento de atitude como filosofia e eu não identifiquei nada disso em suas músicas. Paramore é muito mais pesado que Beck.

Quanto ao Metal, Tenacious D, só deve ter vencido por conta da fama caricata de Jack Black e por se tratar de um tributo de uma das músicas mais famosas de Ronnie James Dio que, para mim, continua sendo o melhor cantor que já tivemos no Heavy Metal.

Nessa premiação, poderiam ter ousado mais com Anthrax, só para o Grammy fugir um pouco do óbvio.

O Grammy, na minha opinião já tem perdido um pouco de credibilidade e não acho que buscam com afinco o repertório musical de um ano inteiro, principalmente no que diz respeito ao Rock e Metal.

Os modelitos das artistas no tapete vermelho foram bizarros. Só se salvaram, por incrível que pareça, os da Madonna e Nicole Kidman.

As melhores apresentações ficaram mesmo com os mais veteranos na música: AC/DC provou que lá no fundo todo mundo curte o bom e velho Rock n’ Roll e Madonna por conta da divulgação da música Living For Love que, como comentei no post anterior, foi uma das poucas músicas que se salvaram de seu mais recente álbum.

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