Alimentando os alvéolos – Prólogo

Finalmente, após uma hibernação de seis anos com a ideia fixa de ter um blog é que este se conecta ao mundo que hoje em dia nos move: a internet.

Mesmo com bastante resistência, por incrível que pareça me fiz por seduzida, não tendo como escapar da extrema dependência deste meio de comunicação.

Em breve análise, entende-se por blog o endereço eletrônico, cuja página reporta ao conteúdo pessoal, enraizado de personalidade e intimidade própria, divulgado por seu próprio criador.

Em outras palavras, trata-se de uma espécie de diário, aberto a seus seguidores que, de uma forma ou de outra compartilham do mesmo interesse, uma vez que o conteúdo de um blog possui uma destinação específica.

Neste diapasão, adianto que o maior interesse e dedicação de meu tempo para com o Favo de Fel estão no fito de dividir e colher conhecimentos e contribuir na propulsão e difusão da cultura para quem gentil e simplesmente quiser assim desfrutar.

 

Por que Favo de Fel?!

O meu… Azedume para as críticas, ironias e inconformismos mil de muitas situações cotidianas é uma parte intrínseca de minha personalidade.

Ao público mais “geek”, poderia ousar dizer que este seria um típico comportamento do meu “lado negro da força”.

Porém, é incontroverso que eu seja uma pessoa altamente extrovertida e carinhosa, seguindo um estilo de ser, até mesmo, bem delicado e perfeccionista. Um posicionamento forte, irascível, mas ao mesmo tempo dotado de empatia e delicadeza.

É assim com um favo, fruto de uma arquitetura animal, onde centenas de abelhas trabalham em conjunto objetivando, além da criação da própria espécie, a produção colaborativa (presença construtiva) de um alimento, armazenado em seus alvéolos, do qual utilizamos tanto: o mel.

Extremamente doce, o mel é retirado de seu majestoso e simplório favo. Daí a delicadeza para nos servir em diversas composições culinárias, auxiliando no combate de doenças, uso no tratamento cosmético e perfumaria, até simpatias etc.

Portanto, sua destinação é múltipla, assim como se pretende trazer ao blog e com a participação de todos os visitantes, é claro, cada qual com responsabilidades independentes sobre seus comentários.

Sem esquecermos que as abelhas ainda possuem seus ferrões (sua defesa e símbolo de irascibilidade), mas de nada prejudica a sua importância e encanto, havendo ainda as vespas que também estruturam seus favos. Todavia, a substância lá produzida é de uma amargura intensa que nem mesmo deve ser consumida, o que associo muito ao fel.

E, reconhecendo a pluralidade de conhecimento, cultura e manifestações é que o favo se completa.

Logo, o termo Favo de Fel serve para batizar um blog criado como uma mescla de tudo isso e que poderá ser notado no decorrer dos posts semanais e mensais.

 

Como os alvéolos do Favo serão preenchidos?!

O Favo de Fel será alimentado semanalmente, para que cada conteúdo para que uma maior gama possa dele desfrutar, sem causar aquela miscelânea de assuntos já cumulados.

Os posts semanais estarão relacionados à assuntos básicos, porém essenciais de nosso dia-a-dia cultural, tais como: comentário de notícias cotidianas, música, filmes, pinturas e beleza, neste último incluindo indicação de cosméticos por mim utilizados, com ou sem recomendações.

Ficarão por conta dos posts mensais os artigos opinativos jurídicos, para que sirva de incentivo à compreensão de tantos regramentos que nos são postos e para que todos possam reivindicar mais e melhor por seus direitos; comentários de livros; indicação de roteiro de lugares diversos; recomendação e avaliação de restaurantes e compartilhamento de artesanatos.

Tudo para incrementar ou, pelo menos, dar a minha contribuição cultural sobre meu ponto de vista, ou seja, sem perder a originalidade que se deve ter um blog, como forma de exteriorizar a minha personalidade.

Sejam todos bem-vindos!

Compartilhe, divulgue e propague cultura você também! Faça do seu modo, mas pratique tal exercício.

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